Nadia Somekh: cartão vermelho para a desigualdade
Ela queria ser juíza de futebol e, desde muito cedo, carregava no coração a determinação para apitar uma partida sem espaço para a injustiça e para o machismo. Com a força de quem nasceu no Cairo no pós-holocausto, a pequena Nadia Somekh deixou o Egito aos três anos e adotou o Brasil como sua pátria.
Nadia Somekh: cartão vermelho para a desigualdade Read More »