A delegação da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) teve participação de destaque na 6ª Conferência Nacional das Cidades, realizada entre os dias 24 e 27 de fevereiro, em Brasília. Na sexta-feira (27/02), pela manhã, durante a plenária do segmento das entidades de trabalhadores representados por suas entidades sindicais, foi apresentada a chapa do segmento dos trabalhadores, construída de forma consensual entre as organizações presentes.
A composição do segmento dos trabalhadores foi aprovada por unanimidade na plenária dos trabalhadores e trabalhadoras, consolidando um processo de articulação que priorizou o diálogo e a unidade das entidades sindicais. A aprovação foi homologada ao fim do dia pelo plenário de todos os delegados, quando a coordenação da conferência apresentou oficialmente a nova composição.
Na votação do segmento dos trabalhadores, foi aprovada a construção por consenso das entidades que passarão a compor o conselho. A representação ficou definida da seguinte forma:
1ª titular: UGT | 1ª suplente: UGT
2ª titular: FNA | 2ª suplente: FENAE
3ª titular: FNA | 3ª suplente: CNU
4ª titular: FNU | 4ª suplente: FNU
5ª titular: CTB | 5ª suplente: CTB
6ª titular: CUT | 6ª suplente: CUT
7ª titular: Fisenje | 7ª suplente: Fisenje
8ª titular: Fenatema | 8ª suplente: CUT
Para a presidenta da FNA, Andréa dos Santos, o resultado demonstra a força da articulação coletiva e a relevância da categoria no debate nacional. “A presença dos arquitetos e urbanistas em diferentes segmentos da conferência reforça o nosso compromisso com a construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento urbano sustentável e à garantia do direito à cidade. Participar ativamente da maioria dos segmentos é fundamental para que possamos contribuir tecnicamente e politicamente com as decisões que impactam diretamente os territórios e a vida da população”, destacou.
A participação da FNA na conferência, com uma delegação de 22 arquitetos e urbanistas de diferentes estados, reafirma o papel estratégico da entidade na defesa das pautas sociais e na construção de espaços democráticos de formulação de políticas públicas, fortalecendo a representação dos trabalhadores e trabalhadoras no cenário nacional.
