Dentre os principais projetos da FNA, o Solare (Softwares Livres para Arquitetura e Engenharia) agora passa a ser um instituto. “O Solare agora começa a andar com as próprias pernas. É um projeto que deu muito certo”, comemorou a presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Andréa dos Santos.
Em reunião durante a manhã do dia 22 de novembro, foi instituído o instituto Solare. Conselho Deliberativo formado por Danilo Matoso, Rodrigo Bertamé, Matheus Guerra Cotta e Luciano Surek, com coordenação de Paula Moreira e vice-coordenação de Iva Carpes.
Danilo Matoso, integrante do instituto e ex-coordenador do Solare, contou algumas futuras ações do instituto. “Estamos programando um Seminário Nacional, evento que contará com premiações via projetos desenvolvidos em parcerias com universidades, como a Federal Gaúcha (UFRGS).”
“No CR debatemos esse assunto. Chegamos a conclusão que o melhor caminho para o desenvolvimento e crescimento do projeto era ter um CNPJ, então, surgiu a ideia do Instituto Solare”, explicou a secretária Geral da FNA, Dânya Silva.
A FNA seguirá como apoiadora e uma das fundadoras do projeto. Entre maio e dezembro, foram trabalhadas questões jurídicas que possibilitaram a estruturação do Instituto Solare.
Também foram debatidos os projetos T.A.B.A, que terá continuidade, contando com apoio da Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (Fenea). Já o ArqPop busca apoio dos sindicatos no fomento do projeto.
O evento conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal, apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul (CAU/RS) e Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do gabinete da deputada estadual Stela Farias (PT).
Foto: Judy Wroblewski
FNA discute estruturação do Instituto Solare
