Na cidade diversa, o adeus ao inventor
Nessa tarde me vem à memória o verso de Drummond no “Canto ao homem do povo Charlie Chaplin”: “Como quem oferece uma flor ao inventor dos jardins”. Sob o sol, Brasília estendeu as mãos repletas de silêncios, de carinho, de acenos, ao homem que nos habituou a considera-lo imortal. Para dizer-lhe que ele tinha razão.
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